sábado, 12 de março de 2011

TERREMOTOS E VULCÕES

TERREMOTOS & VULCÕES


Antídio S.P.Teixeira – 10/03/11



Na febre no noticiário de hoje sobre o grande terremoto ocorrido no Japão, assistimos entrevistas com eminentes professores de geologia oferecendo explicações sobre o mecanismo do fenômeno; porém, não vi, nem ouvi, nenhum deles apontar a causa fundamental do aumento da incidência e da intensidade desses fenômenos naturais. Um deles em entrevista transmitida pela Rede Globo nesta data, declarou que terremotos dessas magnitudes, normalmente, ocorriam um a cada 10 anos, aproximadamente; no entanto, na última década, ocorreram 4. Portanto, um aumento considerável. Outro professor, em outra entrevista na mesma emissora, declarou que não há nenhuma relação entre estes fenômenos e o aquecimento global. Do meu obscuro ponto de vista, vejo todos os fenômenos naturais do momento, incluindo os sociais, interligados por uma mesma raiz, a qual, o mundo capitalista se esforça em negar para proteger o consumismo que alimenta seus lucros.

Para qualquer cidadão, seja qual for a sua formação profissional, desde que seja familiarizado com a identificação da ação das forças centrípeta e centrífuga, seja na formação da matéria, assim como em todos os fenômenos da vida “como um todo”, facilmente entenderá como que a utilização da matéria orgânica fossilizada, como combustível, e que proporcionou a formação e o desenvolvimento da Revolução Industrial; e como esta adulterou todas as condições de formas de vida na Terra.

O carbono que predominava na composição atmosférica anterior à vida terrestre, com o início e desenvolvimento de sua forma vegetativa, durante bilhões de anos foi sendo sepultado como componente da biomassa para dar origem à hulha, ao petróleo e ao gás natural. Esses materiais depositados no subsolo, descreviam uma órbita de determinado tamanho em torno do eixo terrestre. No entanto, à medida em que foram sendo desenterrados e queimados para liberar o calor neles contido para alimentar o progresso mundial, agora, na forma de gás combinado com oxigênio, (CO e CO2), assim como outros gases em menor escala, gradativamente durante o desenvolvimento científico e tecnológico, fizeram aumentar a densidade da atmosfera. Consequentemente, esta mesma atmosfera que, anteriormente era mais rica em oxigênio na forma de ozônio, se acumulava sobre as regiões polares, protegendo-as dos nocivos raios ultravioletas. Agora mais pesada com a incorporação de carbono e de outros gases, impulsionada pela força centrífuga, migrou para as regiões intertropicais, com maior acúmulo na formação de uma muralha gasosa sobre a linha equatorial.

Deste modo, aquela matéria, outrora aprisionada nas entranhas da Terra realizando um circuito menor em torno do eixo, na forma gasosa, passou a descrever uma órbita muitas vezes maior, arrastada pela rotação do planeta.

Só que ele, para puxar esta massa com o mesmo peso de antes, e por um caminho muito maior, não dispondo de nenhuma forma de energia suplementar, perde velocidade e, consequentemente, sofre proporcional redução de força centrífuga. Logo, toda a massa atmosférica, assim como todos os corpos existentes sobre a Terra, tornam-se mais pesados o que é sentido por todos os seres vivos que conhecemos como pressão atmosférica.

No caso específico do aumento das incidências e da intensidade dos terremotos e vulcões, se dá pelo aumento da pressão exercida pelos continentes sobre o magma interno, fazendo com que este reaja movimentando as placas tectônicas ou expelindo lavas pelos vulcões.

Esta redução de velocidade da rotação terrestre trás muitas outras consequências no dia-a-dia da vida “como um todo”, ainda não explicadas pela Ciência, e que explico em alguns blogs.

4 Comentários:

Às 28 de março de 2011 15:39 , Blogger thiago perfre disse...

muito legal essa postagem não sabia que a emissão desses gazes acarretava tanto problema assim como esse de diminuir o periodo de rotação terrestre. abraço parabens

 
Às 29 de março de 2011 10:46 , Anonymous Antídio S.P. Teixeira disse...

Thiago:
sua admiração não me surpreende; pois todos os nossos processos de racionalização seguem os moldes comprovados e já estabelecidos pela Ciência. Só que a rapidez com que os atuais fenômenos naturais estão ocorrendo, não há tempo hábil e, em alguns casos, interesse para comprovação científica; muitas vezes, quando sai a comprovação, os fenômenos já se alteraram e seus estudos inutilizados. No entanto, um raciocínio estribado nos princípios científicos das ações das forças centípeta e centrífuga, apontam uma situação inquestionável que acelera o nosso Planeta na direção de desastres inconsebíveis, como vemos agora na sequência de eventos no Japão.
Obrigado pelo interesse,
Antídio

 
Às 30 de março de 2011 16:28 , Anonymous antidioS.P. Teixeira disse...

Thiago:
acabo de receber de um colaborador um artigo meu, que já foi publicado neste blog há bastante tempo e que poderá melhor explicar porque ocorre a redução da velocidade de rotação do planeta. Mas, como ele foi ilustrado com algumas gravuras coloridas, só poderei enviar diretamente para seu e-mail, se não houver restrição por parte do titular deste, que poderá se manifestar. Meu e-mail é
antidio28@yahoo.com.br
Abç. Antídio

 
Às 6 de junho de 2011 14:42 , Anonymous pati disse...

muito legal seas postagem não sabia que a emissão desses gazes acarretava tanto problema assim como esse de diminuir o periodo de rotação terrorist
. abraço parabens

 

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