quarta-feira, 11 de novembro de 2009

SEMENTES TRANSGÊNICAS

Fazemos a seguir uma análise do artigo de dois cientistas, dirigido aos países da África, quando relatam os benefícios propiciados pelas sementes geneticamente modificadas.

Entendemos que a divulgação de artigo, pretensamente científico, dos medalhões Piero Morandi e Ingo Potrykus, no final transcrito, constitui uma peça tendenciosa, capciosa e maliciosa que, ao contrário do que parece, desinforma sobre a verdade dos alimentos geneticamente modificados. Chegam ao ponto de comparar computador a semente, esquecendo-se que objeto não tem nada a ver com um ser vivo.

As considerações apresentadas pelos citados articulistas são, genericamente, corretas no estrito enfoque tratado. Mas justamente aí é que reside a armadilha. Usaram da artimanha do diversionismo e de visão histórica infiel para alcançar seus objetivos ocultos. As sementes – e outros tipos de material genético de propagação – são ou eram o único insumo que restava nas mãos do agricultor. Portanto, as sementes não são a primeira, mas a última cidadela que ainda resiste às furiosas investidas das empresas privadas.

De fato as sementes de soja germinam. Só que para semeá-las ou reproduzi-las, o agricultor tem que pagar royalties para a empresa detentora da tecnologia. E isso é o de menos. O pior é que não há previsibilidade alguma sobre o desenvolvimento reprodutivo das sementes GE. Sabe-se, perfeitamente, que a Natureza trabalha com o acaso na formação do cromossomo de novo ser. Isso é que provoca essa imensidão de faces humanas diferentes e que propicia a dinâmica evolutiva. O fato mais significativo, portanto, é que a segurança constitui-se no calcanhar de Aquiles da biotecnologia. Se os benefícios são bastante discutíveis, os riscos são altos e desnecessários.

Para melhor entendimento da matéria, vamos supor que estivessem fazendo a descrição de uma moça estéril que encontra dificuldade para encontrar um casamento. Trata-se de uma mulher extremamente feia de rosto e corpo, mas que possui um belo cabelo prateado. Pois bem, os mencionados cientistas se ocuparam apenas em descrever os encantos dessa moldura facial. Para não mentirem, não fizeram qualquer alusão aos demais dotes naturais, físicos ou morais.
Eles falam das excelências do organismo geneticamente modificados, identificados pela sigla GM (geneticamente modificados). Não precisava, porque naturais; todos estão de acordo. Adiante, referem-se aos geneticamente engenheirizados (GE), sem esclarecer o que é isso, dizendo apenas que “porque as modificações genéticas são mais precisas e predizíveis que as que se faziam no passado”. Com isso, embaralham a questão, dando a entender que GM e GE são procedimentos análogos.

Essa ingerência genética está muito bem exposta, de forma clara e honesta, pelo nosso digno e competente engenheiro-agrônomo Antonio Radi em um despretensioso trabalho de informação. Para a devida apreciação do assunto por parte dos seus leitores e amigos, transcrevemo-lo a seguir:

“É muito comum ouvirmos o pessoal chamar os transgênicos de OGM (Organismos Geneticamente Modificados). Bem, isto não é lá muito exato, pois se todo transgênico é um OGM, nem todo OGM é um transgênico. Explico já.
O homem vem há milênios lançando mão de técnicas de melhoramento genético animal e vegetal. Com estes procedimentos busca-se, dentro de determinadas populações, os indivíduos com as características mais desejáveis para a propagação. Como exemplos de características desejáveis podemos citar produtividade, precocidade, resistência a pragas e doenças, resistência a seca, sabor, entre tantas outras. Dessa forma, a produção e consumo de OGMs é muito, muito antiga.
Recentemente, com o avanço da engenharia genética, o homem passou a criar os OGM-T que são os Organismos Geneticamente Modificados Transgênicos. Bem, mas o que difere fundamentalmente um OGM de um OGM-T?
No melhoramento genético tradicional, promove-se o cruzamento entre indivíduos da mesma espécie em busca daquelas mencionadas características desejáveis. Este tipo de cruzamento ocorre, claro, espontaneamente na Natureza; o que o melhorista faz é apenas acelerar o processo de troca de genes agilizando a produção de novos indivíduos (chamados de variedades ou híbridos em vegetais e de raças em animais).
Já no OGM-T a coisa muda de figura; na transgenia temos a troca de genes entre indivíduos de espécies diferentes. Ora, é óbvio que este cruzamento jamais ocorreria naturalmente. Para transferir genes de uma espécie para outra os geneticistas utilizam-se de algumas ferramentas principais, a saber:
Vetores biológicos: o principal é a Agrobacterium, uma bactéria de solo. O DNA da bactéria é substituído pelo DNA de interesse e esta, por sua vez, fará a transferência deste novo DNA à espécie vegetal que se pretende modificar. Este processo funciona como uma infecção programada.
Vetores não biológicos: consiste no bombardeamento do tecido que se pretende modificar com micropartículas de ouro ou tungstênio recobertas pelo DNA de interesse
Eletroporação: o DNA de interesse penetra pela membrana celular tornada permeável através de choques elétricos ou produtos químicos.
Microinjeção: o DNA de interesse é introduzido diretamente na célula.
Estas técnicas permitem a criação de plantas como, por exemplo, o milho transgênico chamado de Bt, cujo cultivo foi liberado recentemente em nosso país. Neste caso, os pesquisadores introduziram no milho nosso de cada dia o gene de uma bactéria chamada Bacillus thuringiensis que produz uma toxina letal para algumas espécies de lagartas que atacam a cultura. Com o gene da bactéria em seu DNA, as plantas de milho passam agora a produzir a citada toxina inibindo o ataque das pragas, ou seja, o milharal moderno não produz mais somente grãos ou silagem; produz também inseticida biológico.”
Vemos que há neste artigo o propósito de esclarecer. No abaixo transcrito, assinado pelos dois cientistas, o de confundir.
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“Dois biólogos destacam o dever moral de permitir os cultivos geneticamente modificados.

Por Piero Morandini e Ingo Potrykus

ROMA, domingo, 25 de outubro de 2009 (ZENIT.org).- Há um temor difundido nos meios de comunicação, no público e também entre os bispos de que as novas variedades de sementes farão os agricultores africanos economicamente dependentes das empresas sementeiras. Esta possibilidade pode ser verificada com as sementes, mas também com muitos outros produtos das biotecnologias, assim como para os de outras tecnologias diversas.

Muitos produtos de hoje são como as "caixas pretas". As pessoas não conseguem compreender o que acontece dentro (basta pensar nos celulares, na televisão, nos motores, etc) e por isto têm pouca ou nenhuma capacidade de repará-los ou de mudá-los de alguma forma. Para as tecnologias mais antigas o problema é menos sentido. Tomemos como exemplo uma bicicleta: consegue-se distinguir suas diferentes partes, como os pedais, as rodas e a corrente; podem-se desmontar facilmente e voltar a montar os freios e as rodas.

Em uma palavra, conseguimos entender e controlar melhor esta tecnologia, ainda que se tenha de admitir que não sabemos criar seus produtos por nós mesmos. Coisas como os computadores ou as sementes são muito mais complicados de entender, e em consequência somos menos capazes de criá-las ou ainda de apenas alterá-las.

Esta crescente dependência de quem proporciona a tecnologia pode não ser facilmente aceita, mas é algo irreversível e generalizado. E não deve ser considerado como negativo em si mesmo, já que permite obter benefício de tantas tecnologias, ainda que tenhamos pouco controle sobre elas. Seria, portanto, injusto expressar preocupação pela dependência só por quanto diz respeito às sementes e em particular para as sementes com os métodos das modernas biotecnologias (comumente chamadas geneticamente modificadas GM).

O problema da esterilidade

Um dos mitos que circulam há mais de dez anos sobre estas sementes se representou recentemente em um artigo na edição inglesa de ZENIT firmado por Robert Moyniham [1]. O mito sustenta que as sementes produzidas através das modernas tecnologias são estéreis. Isto precisamente é um mito.

Em primeiro lugar, todos os métodos de melhora genética criam e usam variabilidade genética para obter cultivos com características melhoradas (por exemplo, maior resistência a insetos, a condições adversas como escassez ou excesso de água, ou inclusive resistência aos herbicidas) e por isso todos os cultivos apresentam profundas modificações genéticas. As novas variedades melhoradas com as biotecnologias modernas se devem portanto definir melhor como cultivos geneticamente engenheirizados (GE), porque as modificações genéticas são mais precisas e predizíveis que as que se faziam no passado.

Segundo e mais importante ponto, nenhum cultivo GE comercial se fez estéril para impedir os agricultores de reutilizar as sementes.

Terceiro, muitos cultivos, especialmente nos países mais desenvolvidos, cresceram a partir de sementes comerciais. Os agricultores compram as sementes por diferentes e simples razões. Em alguns casos é a própria biologia da planta a que determina a eleição: muitos cultivos (como milho, beterraba, arroz, girassol e a maior parte das hortaliças) são tipicamente, ou com frequência, segundo as espécies, cultivadas como híbridos F1. Isto significa que as sementes usadas para semear são o resultado de um cruzamento entre dois progenitores que são parecidos (normalmente duas variedades da mesma espécie) mas diferentes por diversos caracteres, como por exemplo a altura ou o rendimento [2].

O resultado do cruzamento é em geral uma planta vigorosa, com frequência muito mais vigorosa que ambos progenitores, e os rendimentos aumentam muito.

O exemplo mais claro é o milho, em que os rendimentos podem aumentar inclusive 2-3 vezes com respeito aos progenitores não híbridos. Infelizmente, o vigor do híbrido diminui rapidamente nas gerações sucessivas.

Por este motivo mais de 99% do milho cultivado nos países desenvolvidos é milho híbrido cuja semente os agricultores voltam a comprar a cada ano. Poderiam perfeitamente usar parte da colheita para semear no ano sucessivo, mas sabem que isto comporta uma baixa significativa do rendimento.

São portanto capazes de calcular a diferença entre as duas eleições (replantar a semente ou voltar a comprar nova semente) e a grande maioria decide voltar a comprá-las. Para outros cultivos, a situação está muito mais diversificada: o arroz e a colza crescem só em parte como híbridos, enquanto que para a soja e o trigo isto acontece muito raramente.

Inclusive quando um cultivo não é híbrido, os agricultores com frequência compram a semente porque sabem que a qualidade da semente é importante. Mas produzir boa semente é um trabalho duro. As sementes devem ser puras (sem sementes de herbáceas, por exemplo), devem germinar velozmente, de modo seguro e com uma porcentagem alta. Devem também estar livres de enfermidades (vírus, bactérias, fungos...) e insetos nocivos, ter um bom rendimento e ser capazes de suportar bem condições não ótimas como pouca chuva ou calor forte.

Se falta uma ou várias características a um pouco de sementes, então a colheita está em risco. Por isto há empresas cuja tarefa é a de produzir sementes de alta qualidade, de modo que tanto a empresa sementeira como o agricultor possam obter lucro.

Produzir estas sementes comporta gastos e portanto as sementes não podem ser simplesmente presenteadas, do contrário a empresa deixaria de existir. É o agricultor quem deve decidir se as sementes valem verdadeiramente o preço ou se produzem verdadeiramente o que custam. Com frequência portanto os agricultores fazem pequenas provas sobre novas variedades em uma ou duas estações seguidas antes de comprar uma grande quantidade para a semente. Primeiro querem verificar se a qualidade superior anunciada pela empresa corresponde à verdade.

Quando uma nova variedade encontra a aceitação dos agricultores, então podem estar seguros de que é uma boa variedade e de que o preço é razoável. Os agricultores - os compradores de sementes - são os que decidem se uma semente e a empresa que a produz terão êxito.

Segurança

Outro mito é que não há ainda dados para decidir se os cultivos GE são seguros para o homem ou o meio ambiente.

Após quase 15 anos de cultivos com fins comerciais (e mais de 25 anos de pesquisas sobre os cultivos GE), com um número de plantas cultivadas que gira em torno de 200 bilhões em uma superfície de 1 bilhão de hectares, podemos dizer que até hoje não houve danos maiores com respeito aos causados pelas variedades convencionais, e com frequência foram menores.

Várias academias nacionais e internacionais (Estados Unidos, Índia, Brasil, França, Alemanha, Inglaterra, Itália, China, México, a Pontifícia Academia das Ciências e a Academia do Terceiro Mundo) fizeram declarações a favor desta tecnologia.

Estas destacaram em particular os benefícios bem documentados e os potenciais para os agricultores pobres do mundo. Também numerosas sociedades científicas e organizações internacionais (WHO, FAO) (ver [3] uma lista longa mas incompleta) examinaram a questão e chegaram à conclusão de que, sobre a base da grande experiência acumulada e de milhares de publicações científicas, os cultivos GE não apresentam novos ou diferentes riscos com respeito às variedades convencionais e podem (e de fato o fazem) reduzir ou aliviar alguns dos impactos negativos da agricultura convencional.

O fato de que as plantas GE não compartilham novos riscos está ilustrado com o seguinte exemplo: Há diversas plantas tolerantes aos herbicidas que foram desenvolvidas com técnicas convencionais menos precisas e que foram aprovadas para os cultivos sem o longo e custoso processo requerido para as plantas GE (o processo inclui uma avaliação do risco e um processo de análise bem regulado que dura entre 5 e 10 anos com custos da ordem dos mais de 10 milhões de dólares). Estas variedades convencionais (por exemplo colza, girassol, arroz ou trigo) cultivadas sobre milhões de hectares apresentam o mesmo risco, e às vezes, a mesma modificação genética, que as plantas GE tolerantes aos herbicidas.

Benefícios

Em suma, os dados mostram de modo evidente que as plantas GE oferecem grandes benefícios. Os oferecem hoje em todo o mundo e de modo particular para os milhões de agricultores nos países em vias de desenvolvimento. De fato a grande maioria (90% de quase 13 milhões) dos agricultores que usam plantas GE são camponeses pobres dos países em vias de desenvolvimento, alguns dos quais em países africanos como Burkina Faso e África do Sul. [4]

Isto deveria ser matéria de reflexão para aqueles que espalham falsidades entre os africanos sobre as opções a sua disposição para o desenvolvimento agrícola. Os leitores indecisos são convidados a ler o livro de Robert Paarlberg Starved for Science. [5]

À luz do que se disse até agora cremos firmemente que não só é "uma obrigação moral permitir que estes países façam sua própria experimentação", como sugeria Pe. Gonzalo Miranda, professor de bioética na Universidade Pontifícia Regina Apostolorum, mas também que se lhes proporcionem instrumentos (a educação) para fazê-lo.

Também consideramos um luxo inútil, e por isso mesmo um pecado por parte dos países ocidentais, requerer uma regulação maníaca para esta tecnologia quando uma agricultura africana em parte estancada significa morte e desnutrição para muitos. A segurança alimentar para a África começa com produzir mais alimento. Agora.

* * *

Piero Morandi é pesquisador de Fisiologia Vegetal e professor de Biotecnologias Vegetais Industriais na Universidade de Milão.

Ingo Potrykus é presidente do comitê "Humanitarian Golden Rice" e Professor Emérito em Ciências Vegetais do Instituto Suíço Federal de Tecnologia.”

3 Comentários:

Às 6 de dezembro de 2009 19:49 , Blogger Mercado do Artesanato disse...

Boa tarde, convidamos para conhecer e participar da Revista ecoLÓGICA, localizada em Goiânia-Go, na Região Centro-Oeste. Temos certeza queirá contribuir muito com nosso trabalho.
Fátima Carvalho - Comercial (062) 9183-0962 / 3282-7165

 
Às 9 de dezembro de 2010 11:55 , Anonymous Angelo Jardim disse...

Prezado blogueiro, parabéns pela iniciativa de propor a discussão sobre temas de interesse público. No caso específico deste post, entretanto, temo ter que discordar de suas colocações. Mesmo que involuntariamente e, ainda que pretendendo o contrário, a discussão neste caso apenas favorece o monólogo, não levando a uma reflexão. Imagino que não tenha sido esse o objetivo e que a intenção foi a de realmente esclarecer algum ponto, mas não funcionou. Em seu texto de réplica, a adjetivação dos pesquisadores e autores do artigo identifica esses cientistas negativamente e leva o leitor a imaginar que estamos diante de uma situação maniqueísta, onde existem bons e maus, heróis e vilões. A abordagem não favorece que tratemos a questão em todas as suas nuances, admitindo sua evidente complexidade, delicadeza e implicação em diversas esperas da vida. Ler o artigo faz imaginar que a questão dos transgênicos é simples e que todo mundo deve se colocar do lado bem, já pré-definido como uma postura anti-transgênicos. Não creio que isso seja exatamente uma proposta que inspire a reflexão, já que sabemos que o medo e a estratégia da ameaça nos levam a agir impulsivamente e maneira não refletida. Esse leitor amedrontado jamais procurará saber qual é o trabalho dos dois cientistas, que aliás é digno de menção por suas qualidades. Os pesquisadores, uma vez identificados como ameaça ou emissários dela, não receberão do leitor sem prévia informação uma segunda chance. Como acho que o objetivo do blog não é favorecer a visão unilateral e que essa interpretação que faço é uma conseqüência não esperada de algumas decisões editoriais e semânticas nem sempre pensadas, deixo meu e-mail para um futuro diálogo.

 
Às 13 de dezembro de 2010 20:45 , Blogger Maurício disse...

Caro Ângelo,
Grato pelo seu comparecimento e emissão de comentário. Isso muito nos estimula a procurar melhorar o sumo de nosso trabalho. Sobre suas observações, convidamo-lo a apresentar suas argumentações fundamentadas sobre a intervenção humana no ADN das sementes cultivadas, o que será um prazer pela sua publicação na íntegra e sem qualquer censura, desde que dentro das normas do sadio debate.
Como você pode notar, os textos do blog procuram expressar nosso pensamento sempre com fundamento em argumentos racionais e válidos ante o crivo da razão ou em documentos que pareçam merecer crédito pela seriedade com que são formulados. Esclarecemos, ainda, que não usamos o recurso do “achismo” por considerá-lo sem qualquer valor argumentativo.
No caso tratado em seu enfoque, esclarecemos que não qualificamos gratuitamente os dois citados mestres, mas entendemos que fomos honestos em fazer uma análise racional entre suas palavras registradas no artigo transcrito na íntegra e o campo econômico agressivo em que nos envolve. Afinal, nós costumamos analisar o conteúdo e intenções dos artigos que nos venham às mãos. No caso em tela, acrescentamos o pequeno ensaio do nosso ilustre agrônomo Antonio Radi, cujo texto se aprofunda no assunto e irradia esclarecimentos que não são divulgados pela mídia tendenciosa.
Repetimos que estamos de portas abertas para receber suas elevadas críticas, naturalmente apoiadas em argumentações fundamentadas.
Agradecemos suas palavras que possam esclarecer melhor os méritos ou deméritos das sementes geneticamente modificadas.
Um abraço. 13.12.10 Maurício

 

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