segunda-feira, 18 de maio de 2009

APOCALÍPSE

Publicamos a seguir valioso artigo do grande ambientalista Antídio S. P. Teixeira:

APOCALIPSE
à vista
Entenda como está se formando e
o que se pode fazer para detê-lo.
Antídio S.P. Teixeira


A fome já se manifesta em todo o mundo

PARA SUA REFLEXÃO:
“Já que semeamos ventos, preparemo-
nos para colher as tempestades.”
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PORQUE O DESASTRE
A sociedade tornou-se altamente dependente de energia. Não, apenas, a elétrica, mas de todas as outras formas, principalmente calor, luz e movimento. Umas transformáveis em outras para melhor servir aos fins sociais aos quais se destinam, sendo a combustão de matéria orgânica sua principal fonte. Quando: acendemos uma lâmpada ou vela; um fogão à lenha, a carvão ou a gás; ou viajamos de automóvel, ônibus, navio ou avião; utilizamo-nos de algum bem como casa, móveis, utensílios e roupas; ou consumimos algum alimento ou qualquer um outro produto, estamos, direta ou indiretamente, consumindo diversas formas de energia e contribuindo para liberar o calor da luz solar que foi captada e armazenada pelo mundo vegetal em diversas épocas, remotas ou contemporâneas; e, ao mesmo tempo, devolvemos ao meio ambiente os gases poluentes que, anteriormente, foram recolhidos pelo mundo vegetativo e sepultados no subsolo, o que deixou a atmosfera oxigenada, e possibilitou a formação do mundo animado, do qual somos, nós, os mais expressivos representantes. As captações remotas deram origem aos combustíveis fósseis (hulha, petróleo e gás natural), formados pelas massas residuais de milhares de florestas que vegetaram, sucessivamente, num mesmo espaço de solo durante milhões de anos e que, sepultadas pelas intempéries, se fossilizaram, deixando em liberdade o oxigênio que produziram quando vivas. E foi este gás que estimulou a formação da vida animada da qual somos nós os mais expressivos representantes. Já as contemporâneas, são representadas pelos bens derivados das florestas ou da agricultura e pelos biocombustíveis. Distinguem-se dos fósseis porque, para formação de sua massa orgânica, absorvem da atmosfera o mesmo volume de poluentes que virão liberar na sua combustão posterior; e ainda, deixam o espaço do solo em que viveram, livre para o desenvolvimento de novas culturas. Por isso, são renováveis.
As combustões são o inverso da fotossíntese: enquanto esta capta energia luminosa do Sol para concentrá-la na formação da matéria orgânica, a outra decompõe a matéria orgânica para liberar o calor nela contido e também, o oxigênio, agora combinado com o carbono, na forma de óxidos, (CO e/ou CO2).
O que prenuncia o desastre é que, há mais de 250 anos, se vem obtendo calor para implementar o progresso mundial, justamente dos materiais fossilizados cujos poluentes liberados nas suas combustões, não tendo meios naturais para se reciclarem rapidamente, vêm se acumulando no meio ambiente. A saturação já dá mostras com as mudanças climáticas promovendo o aquecimento global e causando grandes prejuízos nos setores de produção agropecuários, industriais e à sociedade como um todo, através de chuvas torrenciais, tornados, secas prolongadas e incêndios incontroláveis. Não podemos descartar a hipótese de que uma conflagração atômica mundial na disputa por alimentos e de outros bens necessários à sobrevivência, venha encerrar os nossos sonhos de dar continuidade à vida. A mídia, a serviço dos poderes econômicos e dos governantes, dissocia a crise econômica que estamos assistindo da degradação ambiental. Por isso, pregam a aceleração do consumo como forma de gerar empregos agrícolas e industriais impulsionados por forças energéticas poluentes, com intenção de salvar o sistema monetário, ou financeiro, adotado por eles como sendo “econômico” e que promoveu o desastre que presenciamos. Pelo contrário, o que necessitamos é economizar e/ou reciclar tudo que for possível porque “tudo que se utiliza, ou se consome, gerou, ou gera mais poluição ambiental e mais nos aproxima do APOCALIPSE GLOBAL.” Isso porque, tanto mais energia for liberada de combustíveis fósseis, mais poluentes serão lançados na atmosfera e maiores serão os desastres ambientais; e os prejuízos causados por eles irão corroer a economia globalizada.
COMO O FENÔMENO NOS AFETARÁ
Os países intertropicais, entre os quais a maior parte de nosso território, já sofrem algumas alterações climáticas motivadas por maior concentração de carbono na atmosfera e o consequente aquecimento global, inclusive dos mares. No entanto, calor e umidade são benéficos para a agricultura e silvicultura. Os perigos que o Brasil enfrentará são indiretos, causados pela baixa produtividade agrícola e a fome que grassará nos países situados acima do Trópico de Câncer e abaixo do de Capricórnio, entre os quais, os países mais ricos e, militarmente, mais poderosos. É aí que mora o perigo da nossa soberania.
COMO FAZER A NOSSA PARTE?
Para controlar a dengue ou a degradação ambiental, somente através da conscientização de cada cidadão de como se desenvolveu o mal e o que fazer para contê-lo. Desejamos que sejam criados núcleos de debates populares em cidades, vilas, bairros, etc., liderados por ambientalisatas esclarecidos quanto a extensão do problema e dar partida a um movimento para “Reconstrução Ambiento-Global”. Você poderá ser um desses lideres e é nosso convidado. A equipe deste blog prestará todas as informações necessárias. Consulte-nos.
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Iniciativas imediatas sugeridas:
1º) – Evitar o desperdício, o uso e o
consumo de tudo que não for
essencialmente necessário;
2º) – Incentivar o reflorestamento e a
cultura agrícola nos espaços degradados
para fins energéticos, para substituição
dos combustíveis fósseis.
3º) - Propagar a idéia mundial de redução
gradativa da carga populacional
humana.
.

3 Comentários:

Às 25 de maio de 2009 00:38 , Anonymous Anônimo disse...

quero falar sobre passarose animais silvestre porque para esta negaalizado com o ibama a pessoa prende um passaro pagando apenas 30reais por um anilha isso e errado prisao nao tem preço ibama acabe com isso passaros tem que esta lilvre de qualquer jeito obs,passaro apreendido pelo ibama ouvir falar que morren no proprio ibama a demora ate chegar em lugares seguros pelo o proprio ibama

 
Às 25 de maio de 2009 00:44 , Anonymous Anônimo disse...

peço que eu seja atendido coisasque me fazem sofrer carroceiro classe que nao tem do do cavalo tinha que acabar, briga de galo outros covarde,prender passarinhos, animais comoexemplo porcos de granja vivem em lugares apertados e qdo vao para o abate vai um em cima do outrocovardia do homen temos aue punir essas pessoas que trnansita aanimais dessa forma

 
Às 9 de novembro de 2009 23:03 , Blogger Galopaciência disse...

Graças a Deus essa Senhora Juíza está dando essa aula de direito, civilidade e mostrando que nós seres humanos devemos respeitar a lei e não querer impor nossos pontos de vista, ninguém é obrigado a criar para preservar essa espécie única e maravilhosa que é o gallos gallos porem ninguém tem o direito de proibir os que gostam de criar preservar e praticar o galismo, pois. Diz o Art.5º da Constituição: `Ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei válida e eficaz`. E mais: `Ninguém será privado da liberdade ou de seus bens (GALOS) sem o devido processo legal`. Ou seja: não existe lei ou dispositivo legal que disponha sobre o assunto de maneira clara e indiscutível, mas, o que acontece é que as autoridades, pressionadas ou mal informadas acabam por praticar atos que contrariam a própria Constituição, principalmente quando apreendem as aves indevidamente nos criatórios e matam com a acusação de não serem sociáveis, e na Paraíba chegaram a enterrar os galos vivos na intenção de hostilizar os criadores, chega de intolerância que as decisões judiciais sejam respeitadas.

 

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